Interação











{22 de outubro de 2012}   Prefácio de Vicissitudes por Elis Eccher

Prefácio

Por Elis Eccher

Vicissitudes são poemas e versos diversificados, onde a autora expressa sua visão da vida, conforme observa a si e as pessoas ao seu redor.

Com simpatia e verdades, nos mostra que tudo está relacionado, seja por causa do amor, da amizade ou de situações da vida.

Todo poeta contém uma boa dose de pensamentos e sentimentos intensos, que podem ser ariscos, apaixonantes, ternos, irônicos ou divertidos, porque isso sua obra depende do que seus olhos viram e registraram naquele momento único e peculiar, em que voltaram seu olhar para um fato ou acontecimento.

Usando poucas ou muitas palavras que se combinam magicamente, eles nos transmitem algo que deixamos passar, por pressa ou desatenção na corrida do dia a dia.

Francilangela soube aproveitar diversos sentimentos e palavras para nos conquistar, causando admiração numa simples frase, num verso ou até mesmo num belo poema.

Como apreciadora de poesia observei sua capacidade, coragem e simplicidade em criar e dar movimento ao conjunto de palavras que surgem em sua mente.

Um conselho: Vivencie, sinta e mergulhe no passeio por essas páginas que poderão lhe surpreender.

Elis Eccher

Elis Eccher é uma pessoa que ama mergulhar no universo literário, seja em poemas ou em prosa. Admira as pessoas que dominam as palavras e sabem encantar seus leitores. Blogueira por amor e paixão, divide tudo que lê com as amizades que fez e faz virtualmente. Acha ótimo fazê-lo. E a cada dia pessoas novas entram em sua vida, fazendo parte de sua história. Acredita que a vida não seria tão maravilhosa sem a literatura presente. É sonhadora e admite isso, porque sonhar é acreditar, e acreditar é tentar realizar. Seu blog, A Magia Real, é exemplo de tudo isto.

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PREFÁCIO

Por Adriana Vargas de Aguiar

Com simplicidade, novamente prefaciando a obra de Francilangela Clarindo, agradeço de pronto pela chance de estar aqui, não fazendo de meus rabiscos, uma obra de arte, e sim, com o condão de participar de mais uma ode literária da autora, representando minha vã participação, em um corpo estranho a façanha de tamanha grandeza “Uma leve, apaixonante e tumultuada história de amor. O título, tudo diz, traduzindo uma miscigenação de sentimentos
que se torna impossível não se envolver, trazendo à tona os segredos guardados na alma de cada ser que ousar, não somente a ler, sobretudo, entrar no papel, e revestir-se dessas letras que agradam aos olhos da intensidade…

Sim, intensidade… Esta palavra é o que consigo encontrar como a hermenêutica de Francilangela; poetisa cativa, bandeirante por natureza, escava na profundeza da alma, o que o leitor não entregaria tão facilmente, porém, em gestos sublimes como o faz na poesia, nos agarram, as suas letras, a ponto de revelar os segredos, a miúde, o faz com graciosidade…

Lendo e relendo sua obra, concluí que Fancilangela, é um desses seres que se
comunica através de um diálogo intimo, não somente do que sente, ou vê, mas, sobretudo, de um Universo existente em si, que fala com o leitor, através de um discurso caracterizado de seus traços literários, uma surpresa, enfim! Foi
exatamente deste modo como me senti, ao me deparar em um elo, quase congênito, ao ler o que não consigo classificar, pois a linha desta ode é quase única; um traçado que se forma a partir do que é Francilangela; uma  intimidade que enaltece a leitura, e nos deixa num linear muito próximo a autora.

Se a intenção da autora fora criar este vínculo, que cá pressinto agora – parte de seus traços; conseguiu de olhos fechados; se não houve intenção, e mesmo assim, isso aconteceu, não há com o que se espantar, pois se torna
consequência de um fato inevitável.

A obra é forte e sobrevivente de qual seja o modo de revisão.

Francilangela é iniciante diante do mundo que lhe cobra as estrelas, no entanto, nasceu poetisa, e com a poesia se completa, comungando de delírios ímpares; não existe par, ou comparação, pois foi buscar inspiração em
passagens de sua existência; não sendo, deste modo, um imaginário fantástico dos moldes pré-existentes, e sim, da simplicidade que é viver como vive; sentir como sente, e agir, como o faz – o próprio soluço de suas palavras construídas
ao foco da realidade, e por este mesmo motivo, se torna mister; não perdeu o encanto poético mesmo vindo de fontes, às vezes, amargas, porém, de encanto quando a autora se utiliza de seu celeiro poético para falar da vida como é.

A autora, como poucos, é dona de suas criações; doma seus personagens, sem
lhes impedir o espaço que precisam para obter a liberdade de se mostrarem como são; Francilangela conseguiu realizar isso em sua obra, sem ao menos, violentar a sua logicidade do absurdo… Sutilmente, ela se aproxima de
suas palavras, e as conduz para o rumo que lhe apraz, em pleno transe lírico, que mexe com o coração de quem lê.

Meus sinceros votos de sucesso, e certamente será… Como a tudo que a  poetisa em tese, faz com o mais sublime amor.

Aplausos!

Adriana Vargas de Aguiar

Escritora, poetisa, Coordenadora do Clube dos novos autores.



PREFÁCIO

 

Caros leitores,

Caneta na mão, versos no coração…

Sublime passagem deu-se os meus olhos ao ler tanto encantamento…

Agradeço, não apenas imensamente ao convite longínquo de Francilangela ao convidar-me a este passeio por sua ode tão bem escrita e articulada, sobretudo, emocionante foi a caminhada por dentro de este ser, que não apenas, mulher, mãe, fiel ao Criador; membro efetiva e solícita aos conflitos sociais com o amparo de suas letras… Dei-me de frente a mim, em tantas paisagens paradisíacas rabiscadas de modo simples e de encantamento lúdico.

Francilangela, poeta por natureza, diagnosticou assim, meu conceito tão vão, se comparado a grandeza que aqui encontro, postando-me aos pés da literatura, beijando-os como se cultuasse a presença viva de fragmentos salutares… Em cada palavra, o alimento… Ah, a poesia que me encanta a ponto de transpor-me para dentro de si, e torna-me a ela, um só ser… Assim vejo “Fran”, como gosto de chamá-la, misturando-se de modo homogêneo ao que escrever tão claramente, tornando-se impossível saber quem é Francilangela, e quem é a poesia.

Muito tenho lido; tão pouco encontrado como em “Caneta na mão, versos no coração…”, na poesia, “Sou o que sou, e nada mais”, cito página 65, chorei em silêncio; apenas sentindo a poetisa narrar sobre mim, bem como muitos, ao ler, irão se identificar com as palavras, uma a uma tão bem lapidada com pétalas suaves caindo ao chão; sentindo, e até ouvindo os seus movimentos, quando penso que era ao chão que caiam, engano-me brutalmente, Francilangela, arquitetou nesta poesia, que tais pétalas pousassem em meu âmago, e lá fizessem morada… Tive o desejo de roubar a letra, e dizer – “é minha; é minha; foi feita para mim… “Tamanha o egoísmo de uma fã que a poesia de Francilangela, roubou assim, o coração…

Mais adiante, em minha viagem transliteraria, tropecei em “Fuga”, página abençoada de número 66; desta vez, chorei, não em silêncio, mas querendo gritar, pois a poetisa decodificou meu ser, tal qual se faz com a surpresa de um doce que se prova pela primeira vez… Estava lá, eu no espelho criado por uma inspiração que sentinela… Senti os de Francilangela observando, não as pessoas, e sim, os sentimentos que elas trazem em si. O resultado, só conhecerá aquele que se der a oportunidade em abrir este dossiê com tal zelo como faz o amado ao tocar a sua amada, beijando-a suavemente debaixo da chuva em “Era tão bom amar-te”, cito página 110; o consolo na lembrança, na distância, que não separa sol e lua, entretanto, cura as dores, que as “Lágrimas”, página 55, não se esforçam ao cair, no eu interior de um poeta, que não cresceu, apenas aprendeu a criar os seus filhos e se apaixonar pela vida, e por tudo que nela existe – eis o retrato que consegui pintar da beleza rara deste dossiê que tem por nome “ Caneta na mão, versos no coração…”

Assim termino este convite em prefaciar, sentindo o lapso poético dos sentimentos que dilaceram as palavras, fazendo-me sentir tal quanto as bailarinas descalças dançando no coração da poeisa, entoando entre a melodia de cada verso aqui encontrado, o ser vivo existente na benção que é ser poeta.

Encantando,

Francilangela, a poetisa de um berço necessário.

Adriana Vargas de Aguiar.

Escritora, poetisa, advogada e coordenadora do blog “O clube dos novos autores”.



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