Interação











{5 de dezembro de 2012}   Lançamento Variedades Poéticas

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É interessante ver que muitas pessoas chegam ao final de suas vidas sem que nada de grave tenha acontecido com elas. Sempre penso nisto quando observo as pessoas, principalmente as mais velhas. Isto porque olho para elas e penso que comigo não foi assim e tenho medo de nem chegar a idade delas ou mesmo chegar muito mal.
A verdade é que o medo constante de não andar, de ficar muito doente, com dores pelo corpo inteiro me assola. E quanto mais velha fico, o sentimento piora.
Não em vão, mas por conhecimento de causa, temo passar o resto da vida em uma cama, com dores terríveis e totalmente dependente. Medo real que paralisa e gela.
Em abril de 1995 eu estava em um ônibus a caminho da casa da família do meu marido. Havia ído falar com meu chefe sobre uma falta, mas nem precisava pois estava de folga e nem havia me dado conta.
Na verdade não estava nem me situando no tempo e no espaço por estar muito cansada. Na noite passada havia levado meu filho de um ano e cinco meses para um aniversário muito distante de casa. Na volta o ônibus superlotado fez-me segurá-lo numa posição péssima e em pé durante todo o percurso. Depois, mais um ônibus lotado.
Cheguei tão cansada que dormi até o final da manhã, sem forças e disposição para mais nada. Mas a festa tinha sido muito boa e meu filho se divertido muito.
O fato é que caí dentro daquele ônibus. Não o da volta da festa, mas aquele, do outro dia, quando retornei da conversa com meu chefe.
Caí e imediatamente senti umas ondas percorrendo todo meu corpo, paralisando minhas pernas. Gritei! Um grito baixo, rouco, calmo, tranquilo, difícil de ser ouvido. Mas o motorista, mesmo assim, ouviu o que era mais um grunhido baixo e suplicante.
O ônibus parou para se buscar a vozinha lá atrás. Eu estava deitada, sem me mover, no piso daquele ônibus. Os passageiros seguraram-me como fora possível até o hospital mais próximo. Eu não tinha mais controle sobre mim mesma, fui levada por eles.
Ao chegar ao hospital não puderam atender-me, pois não havia recursos para tal. Aguardei um bom tempo para ser transladada para outro que pudesse me socorrer.
Na realidade, não se fazia translado de hospital para hospital. E, apesar de eu estar ainda na porta, nenhuma ambulância pública queria me transportar e não tinha dinheiro para pagar uma particular.
O jeito foi recorrer ao meu chefe. Aquele que tinha ido falar, lembra? Pois sim, ele conseguiu-me uma ambulância que me levou a um hospital que me atendeu. Logo que chegaram, os paramédicos imobilizaram minha coluna. Já tinham ideia do que havia ocorrido e iniciaram um procedimento correto para aquele caso.
Um santo senhor, passageiro que ia para o trabalho, acompanhou-me. Ficou comigo até que alguém da minha família chegasse, o que levou a tarde inteira. Bom homem, que Deus o tenha protegido tanto naquele dia, que acho que perdeu o emprego, quanto em todos os outros de sua vida, por ter sido tão bondoso com uma estranha.
Ele não só acompanhou-me em todos os exames que fiz como também conversou comigo, dando-me toda a atenção num momento tão complicado de minha vida, onde eu não sabia direito o que estava acontecendo, simplesmente ia onde diziam.
Depois de idas e vindas aos corredores do hospital para realizar consulta, procedimentos, exames e retorno veio o diagnóstico: Fratura na Coluna Lombar – L1.
A internação era necessária e já estava sendo admitida quando minha mãe chegou. Agradeci muito ao senhor que me acompanhou rogando para que seu chefe entendesse a situação que o levou a faltar naquela tarde. Ele se foi e nunca mais o vi.
Passei então uma noite de muito frio numa sala bem confortável da emergência. O hospital lotado e não havia vaga na enfermaria. Aguardei para a troca.
Na enfermaria, o calor era que imperava. E também não havia conforto. Mas também nada importava muito, queria era ir logo para casa e ver meu filho.
Meu marido e familiares visitavam-me, minha mãe ficava o tempo todo ou revezava com uma grande amiga, a Márcia. Ela fazia umas massagens que amava.
Mas meu filhinho, de apenas um ano e cinco meses, que ainda mamava, que eu contava histórias diariamente para ele dormir, que eu curtia de montão. Este não podia me visitar e imagino a dor que ele deve ter sentido ao não me ver por 20 longos dias.
Alguém trouxe um álbum que eu mostrava para todos como meu filho era fofo.
Bem, diagnóstico realizado, transferida para a enfermaria, fui sendo então tratada. Até então não mexia minhas pernas e não sabia se um dia voltaria a mexê-las.
A equipe médica era formada por um especialista em coluna, um residente, fisioterapeuta, enfermeira e atendentes. Alguém mais próximo sempre estava comigo.
Resolveram que eu precisava fazer uma cirurgia: Artrodese. Ela foi realizada no nono dia de internação. Neste dia fiquei tão pálida, já estava tão magra e tão sensível.
Depois da cirurgia passei ainda mais onze dias no hospital. Seriam mais dez se não houvessem deixado de me levar no dia que tive alta. Mas não havia como. Só podia ser transportada de ambulância e não havia nenhuma disponível. Fiquei revoltada.
Mas fui para casa no outro dia. Que alegria! Meu filho não estava em casa, mas logo o trouxeram da casa de minha mãe e pude ver seu rostinho lindo olhando para mim e respondendo à pergunta: – Quem é, Ítalo Anderson? Ao que ele respondeu depois de certo tempo: – É a mamãe! Todos que estavam comigo no quarto acharam lindo.
E aquele lindo garoto de apenas um ano e cinco meses teve que crescer imediatamente. Passou a ver sua mãe deitada sempre e não podia chegar perto porque ela gritava com dores ao seu simples toque. Viu e aprendeu que gelo era um bom amigo de sua mãe, pois aliviava as dores. Passou então a sugeri-lo sempre que ela reclamava.
– Quer gelo, quer mamãe?
Cresceu e foi um grande aliado em muitos momentos difíceis. Cresceu e entendeu muito cedo o que é ter alguém que se ama, alguém próximo que deveria cuidar, ser cuidada. Aquele garotinho cuidou e cuida de mim até hoje, como uma inversão de papéis.
Hoje já se passaram 17 anos. Aliás, 16. Serão 17 no dia 22 de Maio de 2012.
Eu estou bem, andando, graças a meu bom Deus e Pai, aos fisioterapeutas e à minha vontade de persistir, continuar, não desistir. Preciso dela diariamente para não me deixar abater porque não é fácil querer e não poder, não é fácil ir contra o que seu corpo pede, não é fácil cair constantemente, não é fácil ser muito gorda, enfim, não é fácil viver, pura e simplesmente, pois sei que eu tenho alguns problemas em decorrência do acidente, físicos e reais, emocionais e invisíveis, mas todos também têm algo por que lutar e comigo não poderia ser diferente.
Eu olho e me vejo com algumas limitações, mas insisto em perguntar para mim mesma, o que elas são?  Se sou economicamente ativa, se tenho um casamento feliz de vinte anos, se tenho um marido que não me abandonou por ter ficado com problemas físcos (alguns o teriam feito por não suportar a carga), se tenho dois lindos e maravilhosos filhos (Sim, EU TIVE UM OUTRO FILHO DEPOIS DO ACIDENTE, o Felipe Gabriel e sou imensamente feliz e agradecida a Deus por isto), se tenho uma família que faz tudo para que eu fique bem, se tenho amigos que não suportam ver-me cair, literalmente, e estão sempre do meu lado para que eu volte a levantar, se eu tenho um Deus maravilhoso que torna tudo isto possível, que escolhe a dedo quem e o quê pôr no meu caminho.
Não, eu não posso me deixar abater. Tenho que seguir forte para que todos vejam que Deus é maior do que qualquer sequela de um acidente qualquer, Deus não permitiu que algo realmente grave acontecesse, Deus me permitiu viver e tenho que ser agradecida a ele mostrando que a vida que ele me dá diariamente vale a pena.



 



{5 de novembro de 2012}   Lançamento Variedades Poéticas

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Solicite o seu exemplar aqui!

VARIEDADES POÉTICAS | 15X21 – 138 PÁGINASVariedades Poéticas é um livro de poemas sobre a vida. Escrever é algo mágico, extraordinário, fantástico. Acredito ser a suprema arte do ser, que se vê nas páginas dos seus textos. A materialização do imaginário é feita através das palavras que, por si só, existem, independentemente das verdades e mentiras do texto. Depois de escrito, um texto não tem autor,não tem intenção, não tem sujeitos. Pronto, está feito! É como um ser que nasce para o mundo. Junto com a aquisição da leitura e escrita veio o amor à prática de ambos. Leio e escrevo desde a mais tenra idade. Amo cada letra, palavra, frase, oração, período, texto, livro que leio, escrevo, existe. Meus textos passeiam pelas páginas deste livro.

Francilangela Clarindo

FRANCILANGELA CLARINDO

Francilangela Clarindo escreve desde tenra idade sobre tudo que lhe surge à mente. Muito observadora, gosta de sentir o que o outro sente em seus textos. Esta característica a levou ao ensino, onde atua com as diversas faixas etárias. Tem uma necessidade constante de entrar em contato com Deus, pois acredita que a oração é a chave que abre todas as portas e, se por acaso permanecerem fechadas depois de as tentar abrir, que devam assim continuar. Ama a vida e tudo que ela lhe oferece, bem como sua família e amigos.



{27 de outubro de 2012}   Novidade: Selo infantil da APED

Olha só que lindo o e-mail que recebi da Zélia informando sobre o lançamento do selo infantil da APED. Muito fofo!

 

 

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Prezados autores,

 

Hoje, dia 27 de outubro de 2012, a Aped está realizando o seu sonho: lançar o selo editorial – Apedezinha.

Pensando no público infantil, a Apedezinha (www.apededitora.com.br/apedezinha) chega com dez títulos voltados para as crianças a partir de 5 anos. Os pequeninos, abaixo desta faixa etária, não foram esquecidos e, muito em breve, terão também os seus livrinhos.

Incentivar a leitura desses pequeninos, através de livros lúdicos, com histórias criativas, coloridas, aAjudar na formação desses pequenos que um dia serão “Gente Grande”, mas que não podem e nem devem esquecer da criança que existe dentro de cada um de nós e que faz a vida ser bela, linda e COLORIDA, esses são os objetivos da Apedezinha.

Uma página voltada especialmente para os seus filhos, sobrinhos, netos, nossos pequenos príncipes e princesinhas. Uma página em homenagem a todos esses pequeninos que ainda não ligam para a palavra Futuro, que vivem o dia a dia com alegria e amor.

Compartilhando desses objetivos, Bebete Alvim, Michelem Fernandes e Simone Costa, autoras já consagradas na literatura infantil, juntaram-se a Apedezinha.

Estreando, Vera de Melo lança a Coleção Bebela e o Meio Ambiente, composta de quatro livros voltados para a conscientização da preservação da natureza.

Outra estreante na literatura infantil é Andréa Granado, que juntamente com mais três outras amigas, lançarão ainda este ano a Coleção ABCD, com uma linguagem apropriada para atrair os pequeninos ainda na creche.

Mas, é claro, não poderia faltar os livrinhos sobre animais. O Cão e a Nuvem, de Jaeder Teixeira Gomes, que vai encantar a garotada a partir dos 10 anos.

A Casa de Chocolate, de Francilangela Clarindo, vai abrir o ano de 2013, adoçando a garotada.

E, logo depois, chega Floriano Alves Borba, com O Dragãozinho Edewaldes, dando uma lição de igualdade.

Obrigada a todos vocês, autores, que juntos com a Apedezinha, acreditam que o mundo DEPENDE DE NÓS.
Obrigada Marcos Vieira, por conseguir captar cada palavra minha e transportar para esta linda logo da Apedezinha.
Obrigada Luisa Zambelli, por construir esse meu sonho na linguagem html.

Um agradecimento em especial para quatro pequenos que sempre mantiveram essa criança que há dentro de mim.
À pequena Letícia Amaral, hoje com 15 anos, mas que sempre será pequena pra mim.
À princesinha Maria Luisa, minha sobrinha, que chegou há 3 anos, e fez as nossas reuniões de família, mais felizes.
Aos meus dois filhos caninos, Spock e Logan, que são a inspiração diária e me fazem rir e gargalhar todos os dias com suas traquinagens. Agora, eternizados na logomarca da Apedezinha.

Zélia de Oliveira

Editora da Aped

 

http://www.youtube.com/watch?v=rXLUKtwtov0

Depende de nós
Quem já foi ou ainda é criança
Que acredita ou tem esperança
Quem faz tudo pra um mundo melhor

Depende de nós
Que o circo esteja armado
Que o palhaço esteja engraçado
Que o riso esteja no ar
Sem que a gente precise sonhar

Que os ventos cantem nos galhos
Que as folhas bebam orvalhos
Que o sol descortine mais as manhãs

Depende de nós
Se esse mundo ainda tem jeito
Apesar do que o homem tem feito
Se a vida sobreviverá

Que os ventos cantem nos galhos
Que as folhas bebam orvalhos
Que o sol descortine mais as manhãs

Depende de nós
Se esse mundo ainda tem jeito
Apesar do que o homem tem feito
Se a vida sobreviverá

Depende de nós
Quem já foi ou ainda é criança
Que acredita ou tem esperança
Quem faz tudo pra um mundo melhor

(Ivan Lins/ Victor Martins)
Luiz Prestes e Zélia de Oliveira
Aped – Apoio e Produção Ltda.
Visitem o nosso site: www.apededitora.com.br
aped@wnetrj.com.br
Tels.: (21) – 2498-8483 | 9996 -9067 | 9785-1426
http://www.facebook.com/EditoraAped
Twitter: @Aped2
Estante virtual: http://issuu.com/apededitora

 



VARIEDADES POÉTICAS

PREFÁCIO

Por Gesilane Domingo de Sousa

Conheci a Francilângela num encontro com professores de Língua portuguesa, então percebi que ela possuía um encanto peculiar, o dom de trabalhar com as palavras, após algum tempo constatei isso com prazer ao ler o seu livro.

Esta obra poética nos enreda no torvelinho de lembranças do passado, com sua face repleta de sentimentos amorosos e reflexões pessoais. Mesmo sendo poesias de tempos juvenis, nos mostra traços da sua personalidade que àquela época já apresentavam a sensibilidade e a inocência de uma menina com ideias de mulher.

Na sua escrita deparamos com um tênue diálogo entre a autora e o eu-lírico que torna-se então o protagonista da sua vida, numa fusão íntima. As suas poesias são a concretização da sua leitura do mundo, do cotiano, da sua alma lírica que aflora naturalmente em forma de versos. Perceptível, por exemplo, quando nos fala nas estrofes:

“Meu eu às vezes se esvai,

vaga por lugares longínquos

que não sei onde ficam

Ilusão que se vai

Tristeza que permanece

em virtude de busca

O poeta nunca está em si mesmo

permanece em devaneios

à busca da melhor palavra

para o poema.”

Convido o leitor a se inserir nesta leitura pura e agradável que reflete todo o universo da nossa poetisa.

Gesilane Domingos de Sousa

Gesilane Domingos de Sousa, professora do estado do Ceará desde 1998, fez faculdade de Letras e duas especializações, uma em Língua portuguesa e a outra em Literatura brasileira.



{8 de outubro de 2012}   Questionamento

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Questionamento

O meu amigo
Me levou lá prum teatro
Pr’assisti um home
Tocando piano
Mas olha que  eu fiquei invocado.

Como é que ele sabia
que tecla tocá
pra sair aquela música
danada de boa?

E tem mais coisa
que eu sou doido pra saber.
Segura que lá vai.

Como é que a professora
Consegue juntar
aquele monte de coisa do papel e ler?

Como é que a gente vê os preços lá em cima
E dizem na televisão
Que uma tal de inflação
Tá desse tamainho?

Como é que eu
e um bocado de amigos meus
não entram nem na casa dum pessoal
lá do bairro
que é branco
e dizem que aqui no Brasil
não tem esse negócio de preconceito.

E olhe que um dia
Eu fui numa loja
E tomei um susto
Com um homem de paletó me perguntando:
Qué que eu tava fazendo lá.

Mas ele foi educado.
Pegou na minha blusa suavemente
E  me levou lá pra fora.

Acho que lá
Não tinha o que ia comprar
E o patrão dele
Deve mandar ele
Tratar bem os clientes…

Tá bom!

Francilangela Clarindo

Autoria de Francilangela Clarindo com direitos reservados à autora.



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Estão seleccionadas as histórias que não horrendas, nos vão horrorizar, ou que nos irão remeter para o improvável ou mesmo para o impossível.
Foi difícil esta escolha, em muitas das vossas histórias, o impossível o horrível e mesmo o improv

ável…estava escrito nas entre linhas.

São 99 Histórias!
São 99 Autores!

Muitos autores aceitaram o desafio e todos os que obedeceram ao tema, que sem ser um tema fácil, tinha como objectivo “puxar” pela imaginação e criatividade. Esse era o objectivo!
Obrigada a todos 

Todos os autores seleccionados já foram informados por email.

Para já, o vosso grandioso trabalho termina aqui.
Agora começa o nosso grande trabalho, transformar as vossas histórias num Grande Livro.

Para isso estamos.

Vamos fazer com que a Colectânea “Ocultos Buracos” seja a melhor colectânea já editada, sobre este tema, com autores de expressão portuguesa! 

Continuamos a trabalhar, sempre em contacto convosco! 
Na próxima semana anunciaremos o Júri ara o Concurso.

 

Teresa Maria Queiroz

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