Projetos atuais na área de Informática Educativa

Atualmente, existem vários projetos na área de Informática Educativa. Entre eles, merece destaque, os LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA EDUCATIVA que estão sendo disseminados na escola. Neste espaço, há o desenvolvimento não só do computador, mas das diversas mídias existentes. Pode-se aí incluir softwares, dvd, rádio, cd-room, enfim, uma gama de possibilidades. É a escola se inserindo na evolução tecnológica e dando abertura a uma infinidade de outros projetos que aí podem ser também trabalhados.

Outra iniciativa interessante é o RIVED, onde encontramos os objetos de aprendizagem. Estes propõem uma aprendizagem interativa com elementos da informáticas especilmente idealizados para este fim. Propõem uma perfeita relação entre teoria e prática, onde você pode visualizar o que aprendeu e até vivenciar situações hipotéticas dos elementos em estudo.

Há também o SÓCRATES. Ambiente que integra diversos projetos e comunidades. Espaço destinado para desenvolvimento e visualização dos mesmos. Através de convites, há a inserção de muitas pessoas aos projetos e comunidades, o que elimina distâncias e torna o que seria de poucos, um espaço democrático para muitos.

Integrando os três projetos apresentados poderíamos traçar um esboço do que seria na prática um bom uso de tais elementos. O professor lotado no laboratório de informática planejaria com o professor da sala uma aula onde seriam utilizados os objetos de aprendizagem. As experiências realizadas nesta aula seriam disponibilizadas através de uma comunidade criada para este fim no Sócrates.

Esta é somente uma possibilidade. As combinações são inúmeras. Lembrando que tudo deve ser realizado com planejamento prévio para que o uso do laboratório esteja casado com o que está sendo estudado em sala.

Links:

http://www.vdl.ufc.br/socrates

http://www.rived.mec.gov.br/

Agradecimento

Publicado: 22/09/2011 em Sem categoria
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Senhor, sou-lhe grata por tudo.

Minha família.

Meu trabalho.

Meus amigos.

Minha vida.

Que a cada dia eu possa lembrar-me de que tudo é teu.

Amém!

A fantástica e mágica emoção de se ter um livro publicado

by Francilangela

Quem tem o sonho de publicar um livro é porque, provavelmente, já escreve. O ato de escrever atecede, e muito, o de querer ver seus textos publicados. Pode até ser que com alguém seja diferente. Primeiro nasceu o desejo de publicar seja o que fosse.
Mas, pelo menos comigo, escrever pura e simplesmente, veio primeiro. A intenção era desafogar o espírito dos pensamentos.
O tempo vai passando e você vai lendo e o desejo surgindo de ter as suas próprias palavras naquele objeto mágico: o livro.
Chamar o livro de objeto soa meio irreal. Ele é muito mais que isto. Nem tem uma palavra específica para designá-lo.
Aliás, muitas vezes isto acontece. Não cabe numa só palavra toda a magnitude que você deseja declarar.
Mas enfim, este desejo vai crescendo até que, de repente (entenda esse de repente como anos de lutas, desafios, portas fechadas, etc, etc, etc…) de tanto desejar (trabalhar por isto) o livro é publicado.
E aí é mágico! Olha, o prazer que se tem em ler seu texto num livro que está ali, visível, em suas mãos, é incomensurável. É demais!
É um prazer enorme. De novo faltam palavras.
E depois, a repercussão. Um e outro vir comentar sobre o que sentiu ao ler texto tal, que você captou sua alma, que alguém já sentiu o mesmo sentimento descrito, enfim, a troca de informações com os leitores é muito gratificante. Até mesmo porque você precisa de um leitor, nem que seja você mesmo.
Ora, até o diário, que era secretíssimo, trancado a sete chaves, escrito na língua do p, em gaderi poluty, virou blog para ser acessado pelo mundo todo.
Enfim, pegar todos os seus cadernos, agendas, pedaços de papel e vê-los em um livro é fantástico. Aventure-se e publique o seu!

Minha paixão por livros

Publicado: 01/09/2011 em Sem categoria
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Amo ler e escrever. Quando criança lia todos os livros antes das aulas começarem. Nem esperava pela professora. Aliás, nunca esperei que me dissessem o que deveria fazer, fazia antes e daí, muitas vezes, me enrolava toda. O fato é que fiz muitas coisas bem cedo, bem cedo mesmo. Isto foi muito bom porque minha vida tomou um rumo diferente em determinado momento e, se já não tivesse feito muitas das coisas que fiz, talvez não tivesse mais chance.
Enfim, esta paixão pelos livros acabou com que eu escrevesse. E escrevi muito, sobre tudo. Nas viagens que fazia lá estava eu com uma agenda na mão, ou um caderno, uma caneta, ou um lápis, escrevendo. Até as algarobas lá de Quixeramobim não escaparam às minhas linhas.Mas, enfim, hoje resolvi desengavetar tudo e mostrar meus escritos. E então estou lançando os livros para apreciação do leitor. Vamos ver no que vai dar. Beijos!

PREFÁCIO

 

Caros leitores,

Caneta na mão, versos no coração…

Sublime passagem deu-se os meus olhos ao ler tanto encantamento…

Agradeço, não apenas imensamente ao convite longínquo de Francilangela ao convidar-me a este passeio por sua ode tão bem escrita e articulada, sobretudo, emocionante foi a caminhada por dentro de este ser, que não apenas, mulher, mãe, fiel ao Criador; membro efetiva e solícita aos conflitos sociais com o amparo de suas letras… Dei-me de frente a mim, em tantas paisagens paradisíacas rabiscadas de modo simples e de encantamento lúdico.

Francilangela, poeta por natureza, diagnosticou assim, meu conceito tão vão, se comparado a grandeza que aqui encontro, postando-me aos pés da literatura, beijando-os como se cultuasse a presença viva de fragmentos salutares… Em cada palavra, o alimento… Ah, a poesia que me encanta a ponto de transpor-me para dentro de si, e torna-me a ela, um só ser… Assim vejo “Fran”, como gosto de chamá-la, misturando-se de modo homogêneo ao que escrever tão claramente, tornando-se impossível saber quem é Francilangela, e quem é a poesia.

Muito tenho lido; tão pouco encontrado como em “Caneta na mão, versos no coração…”, na poesia, “Sou o que sou, e nada mais”, cito página 65, chorei em silêncio; apenas sentindo a poetisa narrar sobre mim, bem como muitos, ao ler, irão se identificar com as palavras, uma a uma tão bem lapidada com pétalas suaves caindo ao chão; sentindo, e até ouvindo os seus movimentos, quando penso que era ao chão que caiam, engano-me brutalmente, Francilangela, arquitetou nesta poesia, que tais pétalas pousassem em meu âmago, e lá fizessem morada… Tive o desejo de roubar a letra, e dizer – “é minha; é minha; foi feita para mim… “Tamanha o egoísmo de uma fã que a poesia de Francilangela, roubou assim, o coração…

Mais adiante, em minha viagem transliteraria, tropecei em “Fuga”, página abençoada de número 66; desta vez, chorei, não em silêncio, mas querendo gritar, pois a poetisa decodificou meu ser, tal qual se faz com a surpresa de um doce que se prova pela primeira vez… Estava lá, eu no espelho criado por uma inspiração que sentinela… Senti os de Francilangela observando, não as pessoas, e sim, os sentimentos que elas trazem em si. O resultado, só conhecerá aquele que se der a oportunidade em abrir este dossiê com tal zelo como faz o amado ao tocar a sua amada, beijando-a suavemente debaixo da chuva em “Era tão bom amar-te”, cito página 110; o consolo na lembrança, na distância, que não separa sol e lua, entretanto, cura as dores, que as “Lágrimas”, página 55, não se esforçam ao cair, no eu interior de um poeta, que não cresceu, apenas aprendeu a criar os seus filhos e se apaixonar pela vida, e por tudo que nela existe – eis o retrato que consegui pintar da beleza rara deste dossiê que tem por nome “ Caneta na mão, versos no coração…”

Assim termino este convite em prefaciar, sentindo o lapso poético dos sentimentos que dilaceram as palavras, fazendo-me sentir tal quanto as bailarinas descalças dançando no coração da poeisa, entoando entre a melodia de cada verso aqui encontrado, o ser vivo existente na benção que é ser poeta.

Encantando,

Francilangela, a poetisa de um berço necessário.

Adriana Vargas de Aguiar.

Escritora, poetisa, advogada e coordenadora do blog “O clube dos novos autores”.

Clube de novos autores

Publicado: 30/08/2011 em Sem categoria

Dia 10/09. será realizado o segundo sorteio dos livros dos novos autores em nosso clube, O CLUBE DOS NOVOS AUTORES; para participar, você precisa seguir o blog http://drisph.blogspot.com/ e postar algum comentário; serão 16 livros inéditos e precisamos do incentivos de todos vocês!

Caneta na mão, versos no coração.

O poeta vive do escrever.
Escreve o que vive,
Escreve o que observa,
Escreve o que imagina.

A tudo quer transformar em poema.
O início e o fim.
A alegria e a tristeza.
O amor e o ódio.

A dor e a felicidade.
A rima e a falta dela.
Sem rima, com rima,
Cem poemas determina.

O nascer e o morrer
Em seus versos presentes
Transforma o leitor
Cúmplices ausentes.

Relação de amor universal,
Seja qual língua for,
Poeta e poema,
Eterno amor.

Trabalho sem igual
Dedicação total
A caneta está na mão,
E os versos, no coração.

A caneta na mão do poeta
É ser que desenrola.
Os versos do coração,
Arrola.

Os versos no coração do poeta
Descreve sua alma ímpar.
O que muito imagina
No papel aparece.

Versos e estrofes
Poesia e tema
Tudo junto e misturado
Para formar o poema.

Eu não sei o que dizer
Para você entender
Que a vida do poeta
O poema passa a ser.

E feliz a escrever,
Ele não deixa faltar,
Encanto e energia,
Para sua poesia mostrar.

Texto e criação de Francilangela.

Ao utilizá-lo, por favor, não se esqueça de mencionar a autoria.